sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

gabarito&explicações

Como expliquei no post anterior, e no post anterior ao anterior, o que aqui eu chamo de “Qual É a Música?”, é parte de um trabalho muito bacana iniciado lá na tecnologia educacional da Positivo Informática, chamado “Pitadas de MPB”, que ficava dentro de algo maior chamado “Um Gostinho de MPB”, que ficava dentro de algo maior ainda chamado “Central de Projetos” (vou parar porque Positivo é uma empresa muito grande). 

Pois bem, o Noel Rosa ganhou destaque em 2010, por conta de seu centenário. Foi bem bacana! Estudantes do Brasil inteiro (numa quantidade menor do que gostaríamos, é claro!) conheceram o Poeta da Vila, sua biografia, músicas, pensamentos, etc, etc, etc.

No “Pitadas...” os alunos recebiam mais que as dicas. Recebiam áudios com os trechos das músicas e textos com pedacinhos de suas letras. Com todo o material na mão, eles faziam as associações necessárias para chegar ao fim da charada – o que garantia, além de diversão, certa reflexão sobre o que dizia cada letra... 

Aqui, um pouco por preguiça um pouco por incompetência, não coloquei os áudios, e achei que as estrofes facilitariam muito a vida dos barbados que freqüentam o blog...
Para o gabarito, no entanto, acho bacana inserir o trecho da letra...    




nº
dica
trecho da letra
música e autor
1
Pessoa quer mudar sua maneira de viver porque considera que com o comportamento atual não conseguirá alcançar seus objetivos.
Eu hoje vou mudar minha conduta / Eu vou à luta, pois eu quero me aprumar / Vou tratar você na força bruta / Que é pra poder me reabilitar / Pois esta vida não está sopa...
Com que Roupa?
(Noel Rosa)

2
As considerações a respeito do gênero musical mais popular do Brasil.
Batuque é um privilégio /  Ninguém aprende samba no colégio / Sambar é chorar de alegria / É sorrir de nostalgia dentro da melodia
Feitio de Oração
(Noel Rosa e Vadico)

3
Simpatizante da Vila Izabel, bairro e escola de samba carioca, faz referência a outras escolas e critica quem não consegue entender todas as possibilidades da sua escola preferida.
Quem é você que não sabe o que diz? / Meu Deus do Céu, que palpite infeliz! /
Salve Estácio, Salgueiro, Mangueira, / Oswaldo Cruz e Matriz / Que sempre souberam muito bem / Que a Vila Não quer abafar ninguém, / Só quer mostrar que faz samba também
Palpite Infeliz
(Noel Rosa)
4
Pessoa assume que não consegue manter suas decisões, mesmo sabendo-se prejudicada com esse comportamento.
Jurei não mais amar pela décima vez / Jurei não perdoar o que ela me fez / O costume é a força que fala mais forte do que a natureza / E nos faz dar provas de fraqueza
Pela Décima Vez
(Noel Rosa)

5
Rapaz apaixonado sofre com o comportamento da amada e com as lembranças que giram em torno dela.
Quando o apito da fábrica de tecidos / Vem ferir os meus ouvidos, eu me lembro de você / Mas você anda sem dúvida bem zangada / Ou está interessada em fingir que não me vê
Três Apitos
(Noel Rosa)
6
Cliente que aparenta ter muita intimidade com atendente de estabelecimento comercial faz inúmeros pedidos.
Seu garçom, faça o favor de me trazer depressa / Uma boa média que não seja requentada / Um pão bem quente com manteiga à beça / Um guardanapo e um copo d'água bem gelada / Fecha a porta da direita com muito cuidado
Que não estou disposto a ficar exposto ao sol / Vá perguntar ao seu freguês do lado / Qual foi o resultado do futebol
Conversa de Botequim
(Noel Rosa e Vadico)
7
Após reflexões sobre a melhor maneira de conduzir a vida, pessoa chega a uma conclusão que a protege dos comentários alheios.
Mas a filosofia hoje me auxilia / A viver indiferente assim / Nesta prontidão sem fim / Vou fingindo que sou rico / Pra ninguém zombar de mim
Filosofia
(Noel Rosa e André Filho)
8
Pessoa que quando alterada apresenta dificuldade de articulação, repetindo sílabas das palavras ao falar.
Mu... mu... mulher, em mim / fi... zeste um estrago
Eu de nervoso esto... tou
fi... ficando gago / Não po... posso com a     cru... crueldade / Da saudade, Que... que mal... maldade /
Vi... vivo sem afago
Gago Apaixonado
(Noel Rosa)
9
História de amor e desencontro entre personagens da Commedia dell’Arte (Itália, século XVI) que se tornaram comuns nos bailes de carnaval do Brasil.
Um pierrô apaixonado / Que vivia só cantando / Por causa de uma colombina / Acabou chorando, acabou chorando
Pierrô Apaixonado
(Noel Rosa e Heitor dos Prazeres)
10
Recomendações de como as pessoas devem se comportar em sua ausência definitiva.
Quando eu morrer, não quero choro nem vela / Quero uma fita amarela gravada com o nome dela / Se existe alma, se há outra encarnação / Eu queria que a mulata sapateasse no meu caixão
Fita Amarela
(Noel Rosa)

Muita saudade de fazer esse trabalho!


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

qual é a música?


Pra quem não viu o primeiro “qual é a música?” que postei aqui, segue novamente o texto, com novo desafio.

O pessoal da tecnologia educacional, da Positivo Informática, há alguns anos começou um trabalho bem bacana que envolve MPB e crianças... Aprendi com eles um exercício muito legal, se não me engano foi o Eduardo e o Luca que inventaram no primeiro ano de projeto, e depois eu segui na esteira...
Simples assim: um texto e você adivinha qual é a música.

Quem consegue?

1. Pessoa quer mudar sua maneira de viver porque considera que com o comportamento atual não conseguirá alcançar seus objetivos.
2. As considerações a respeito do gênero musical mais popular do Brasil.
3. Simpatizante da Vila Izabel, bairro e escola de samba carioca, faz referência a outras escolas e critica quem não consegue entender todas as possibilidades da sua escola preferida.
4. Pessoa assume que não consegue manter suas decisões, mesmo sabendo-se prejudicada com esse comportamento.
5. Rapaz apaixonado sofre com o comportamento da amada e com as lembranças que giram em torno dela.
6. Cliente que aparenta ter muita intimidade com atendente de estabelecimento comercial faz inúmeros pedidos.
7. Após reflexões sobre a melhor maneira de conduzir a vida, pessoa chega a uma conclusão que a protege dos comentários alheios.
8. Pessoa que quando alterada apresenta dificuldade de articulação, repetindo sílabas das palavras ao falar.
9. História de amor e desencontro entre personagens da Commedia dell’Arte (Itália, século XVI) que se tornaram comuns nos bailes de carnaval do Brasil.
10. Recomendações de como as pessoas devem se comportar em sua ausência definitiva.

Uma super pista: 





quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

onde o fim da tarde é lilás


Eu conheci um lugar lindo! Pra lá de especial. Se o mundo realmente acabasse no dia 21 e eu merecesse um bom lugar para passar a eternidade, certamente ele seria igual. Às vésperas da anunciada tragédia maia eu estava lá, a pensar nisso...

Casa bem construída. Rica em detalhes. Em cores, cheiros, sabores, bebidas. Casa colorida. Sossegada. Paz reinante. Casa de gente do bem! Gente generosa, amigável, amável, hospitaleira, com boa comunicação. Gente que se mistura de um jeito tão simples a uma natureza tão rica.

A piscina é refrescante, a ducha gelada, o chuveiro super quentinho. O lago é crespo de tanto peixe. As flores, fartas. O coentro mais cheiroso. Grama verdinha, terra boa.

Há pássaros. Espécies variadas. Cachorro que não late amalucado. Sons da natureza: cigarras, pássaros, grilos, sapos e outros mais.

O mais impressionante de tudo é a quantidade de beija-flores. Não sei dizer: 30, 40, 50 todos juntos, simultâneos a beber água doce, a agitar asas, a se pintar no sol e escurecer na sombra. Colibris que não têm medo de ninguém, que fazem festa constante e que parecem gostar dos barulhinhos das câmeras.

Um lugar fantástico, do mundo da fantasia, mas bem real, pra quem se aventura por uma estrada linda, com figueiras impressionantes, eucaliptos alinhados, uma casinha ou outra e algumas plantações.

Fica no Espírito Santo, sem trocadilhos. Em Santa Teresa, idem. Nas montanhas. Sul ou norte, não sei bem.

Sei que o meu relato é inútil porque não tenho habilidade suficiente pra descrever um lugar tão cheio de detalhes que causam tanto deslumbramento.

Apesar de ser invadida por profunda mesquinharia em guardar o lugar, preservá-lo de invasões, pessoas, de não dividir os bolos quentinhos saídos do forno pela manhã, o café passado na hora, toda hora, o vinho geladinho, o silêncio; tenho um sincero desejo que minha família, meus amigos, meus caros, que todos que conheço e gosto, também visitem e desfrutem.

Um lugar que a gente nem sente os pés no chão...






As duas primeiras fotos são da Sylvia, a terceira é da mão da Sylvia...
Ela, que conhece tão bem o lugar, foi a grande alma que dividiu essa maravilha.

o que se traz do mercado...


Aprendi ainda menina que deveria ser boazinha: emprestar os brinquedos, dividir a última bolacha, doar roupas usadas, não brigar, não mentir, não responder aos mais velhos, dar a outra face... Assim tenho passado os anos. E uma culpa que não cabe no mundo me invade toda vez que cabulo, de forma acidental ou não, algum item. 
Pois hoje no mercado, na fila do caixa, estava quietinha a ler as capas das revistas de fofoca, quando um senhor parou com sua cestinha atrás de mim. Minhas compras já estavam na esteira, todas separadas, organizadas por grau de aproximação dos armários da minha casa. O senhor parecia frágil e apesar  do mercado oferecer aquele local preferencial para atendimento, ele estava ali. Pensei que talvez ele não tivesse prestado atenção e fiquei constrangida de informá-lo, apenas abri passagem:
- O senhor quer passar na minha frente? 
- Por quê?
Ele me perguntou de um jeito muito ríspido, me chocou. Seria uma ofensa concluir que ele era mais velho, que aparentava frágil, que é mais difícil pra ele que pra mim ficar em pé na eterna espera do caixa? Constrangida, inventei:
- Não estou com pressa.
- E eu, estou?
Não sabia como continuar a conversa e como desembaraçar a situação.
- Ok, continuemos cada um em sua posição. 
Sem falar, ele se esgueirou e passou pela minha frente, empurrou minhas compras e enfiou sua cestinha na reta de chegada. Fiquei quieta, tratei de justificar mentalmente sua atitude tão ríspida pra minha gentileza fantasiando um passado muito difícil, solitário e amargurado praquele homem.
A menina do caixa começou o processo. Ele pagou e foi embora. Sem olhar pra trás, sem agradecer, sem dar um tchauzinho, sem gentileza.
Paguei, embalei, carreguei. E quando descia a rampa para o estacionamento, quem fazia o mesmo, pé por pé, marcha lenta total, equilibrando as sacolas com o peso do corpo, agarrado ao corrimão? Sim, ele. Era notório que precisava de ajuda com as sacolas.
“A outra face, Adriana, dê a outra face...”. Dizia minha consciência inconsequente. 
- O senhor quer ajuda?
Fez um sinal de reprovação com a cabeça e me estendeu as sacolas. Quando chegamos ao final do percurso, devolvi seus pesos, sua solidão, sua amargura e segui meu caminho. Nenhuma palavra, nada. 
Conclusão: fui pro carro com a consciência pesada por ter deixado o velhinho no caminho com suas compras numa tarde chuvosa. Será que ele precisava de carona? 
Trouxe do mercado melão, pipoca, iogurte, pão, queijo e uma culpa absurda. 
Cabem tantas coisas num carrinho de supermercado...
O que será que Dr Freud diria? 





segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

qual é a música?

O pessoal da tecnologia educacional, da Positivo Informática, há alguns anos começou um trabalho bem bacana que envolve MPB e crianças... Aprendi com eles um exercício muito legal, se não me engano foi o Eduardo e o Luca que inventaram no primeiro ano de projeto, e depois eu segui na esteira...
Alguém se habilita?
Simples assim: um texto e você adivinha qual é a música. Claro que para os estudantes há a opção de ouvir várias alternativas até encontrar a que corresponde ao texto, mas para os leitores do blog, que têm mais conhecimento e experiência com a MPB, segue só o texto...
Na temática do fim do mundo, qual é a música?

1. Sem medo das consequências, uma pessoa age de maneira muito diferente daquela a que está acostumada, porque acreditou num boato.

2. Encadeamento de ideias que retratam o mundo caótico em que vivemos e que coloca esses fatos como sinais do final dos tempos.

3. Curiosidade de um interlocutor sobre as ações e pensamentos de outra pessoa se lhe fosse anunciado o fim do mundo.

4. O desequilíbrio ambiental provocado pela humanidade ameaça o curso da natureza e modifica a ordem das coisas.

5. Momento decisivo em que tudo pode recomeçar sobre nova ótica, nova ordem.

6. Dois homens do campo se preocupam com a continuidade de espécies no caso de um acontecimento grandioso com o planeta.



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

números que eu sei de cor


Desde sempre tive mais vontade das letras. Minha inclinação, desde cedo, despencou para a coisa da palavra. Textos, livros, músicas, poesias...

Lembro que, ainda menina, sublinhava trechos de livros e reescrevia-os num caderninho ensebado que me acompanhava; depois os transformava, desenvolvia, fazia-os virar histórias. E assim vim caminhando até aqui: me maravilhando com quem tem boas ideias e sabe trabalhar as palavras. 

No entanto, minha memória nunca me ajudou. Lembrar de um autor, uma poesia, uma citação é um sacrifício que quase sempre vira em nada. O estranho, esquisito, improvável é que a cabecinha tão fraca para as coisas da palavra, consegue carregar muitos números. Por que será?


Veja só:

Decorei o número do meu CPF, do RG e do passaporte
Placas de carro? Sei a do atual, de três anteriores,
do da minha irmã, irmão e mais uns cinco contando com a sorte.
Sem olhar consigo dizer o CEP de casa e do trabalho.
Três bancos: seis cartões, várias combinações de senhas e nenhuma cola.
Três bancos: 12 números para as agências, 15 para as contas, caçarola!
Sei também as datas de aniversário dos filhos, dos pais e dos irmãos,
de uma meia dúzia de amigos e daqueles que entram na cabeça sem explicação.
Caraca! E há manequim, idade, calçado, tamanho do sutiã, número do prédio, do apartamento, da birosca da esquina, dos e-mails, estações de rádio, canais de TV...
E os telefones? Móvel e fixo de Fulana, Beltrana e Cicrana, os ramais dos colegas, multiplicados por 10, por 20, 
quantidade pra lá de insana.
Há ainda as memórias da infância: do número da casa da avó, do endereço da melhor amiga, da idade em que se pensava casar, do número de filhos que se planejava ter, as fórmulas matemáticas, mesada aos 10 anos, aos 12, aos 15...
O mais engraçado de tudo é que os que não consigo lembrar de jeito nenhum são os romanos; deve ser porque em vez de números eles são letras,
Coisa ordinária, caso freudiano!  

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

livre


Como num quebra-cabeças de muitas e miúdas peças, passei a vida a tentar encontrar partes que se encaixem, se complementem, se misturem para formar grande paisagem.

Mas hoje, a olhar um cisne negro, de pescoço longo e movimentos sutis, esparramado num imenso parque, comecei a achar que as pequenas partes, separadas, isoladas, quietas também dão boas histórias.

Pra que ficar tentando colar tudo? 



sábado, 17 de novembro de 2012

3X4


Meu querido amigo de longa data, intensos encontros e bom humor contínuo, Renato Braz, está na cidade.

Faz show com o incrível Nelson Ayres.

Assisti meio de lado, sem conseguir encarar os artistas direito... meio de olho fechado, meio espiando, meio cantando em pensamento, meio tudo, pra dar conta do inteiro que rolou dentro de mim...

O Braz já não canta mais como antes. Canta melhor! Canta mais! Faz a gente flutuar, entender as canções, pensar nas músicas, se divertir com letras e, por fim, chorar.

Tenho muito a dizer sobre o Ayres também, mas hoje, estou com vontade de tratar do Renato.

Simples e refinado; chique e maloqueiro; cabelo preso, cabelo solto; tranquilo e arrebatador; leve e denso. Bom apetite, bom humor, bom papo. Bom homem. Homem bom, do bem, pro bem.    

O Renato Braz é uma dessas pessoas que a gente tropeça por acaso na vida e carrega pra sempre. 

Eu fico a observar o seu público: há um amor por ele, uma comoção, uma proximidade... as conversas entre as pessoas que não se conhecem mas que tem Braz como ponto comum, acabam sendo fluidas, calmas, conversas de fraternidade.

É bonito ver como um público reflete a personalidade artística de seu escolhido. Nessas horas, até dá pra pensar que o mundo tem salvação – principalmente se a massa trocar shortinho, gritinhos e rebolados por acordes, palavras e belas melodias. 



terça-feira, 6 de novembro de 2012

data tão festiva!!!


A primeira vez que o vi, você me olhou direto nos olhos; fez isso de um jeito tão profundo e intrigante, que até hoje carrega o título de um dos momentos mais emocionantes da minha vida.

Eu ainda era muito menina e não estava acostumada a lidar com os grandes momentos. Desviei, fechei os olhos e chorei. Hoje me arrependo por não ter prolongado um pouco mais.

Você chegou em minha vida para transformar meus caminhos, para promover reencontros, para exigir diálogos, para ditar importâncias; pousou missionário, sem precisar dizer uma palavrinha.

Por causa de sua presença, reatei laços, reconstruí relacionamentos, perdoei, fui perdoada.

A partir daquele primeiro olhar, minha vida mudou e veio até aqui, cambaleante por conta das minhas escolhas, mas sólida por causa desse amor, que se espalhou e possibilitou outros.

Eu nunca vou esquecer seus olhinhos, Dé, tão pretos, tão abertos, tão dentro dos meus. Quando você nasceu o médico o colocou no meu colo, todo embrulhadinho num manto azul, azul da cor do céu, azul da cor do mar, azul do amor azulzinho...

Sete de novembro, dia de festa, dia de Dé!

Foi um momento muito interessante conhecê-lo e renovar esse encontro todo ano, o ano todo, é um privilégio! Que bom que você faz parte da minha vida!!!

Que você tenha um ótimo dia; um aniversário feliz; um novo ano repleto de bons acontecimentos, boas pessoas, boas experiências; que você continue caminhando assim nesse seu ritmo que tanto me orgulha e que arranca suspiros das minhas amigas mães: "que maravilha ter um filho assim, né Adri?".


Um beijo, mil beijos.
 
 

domingo, 4 de novembro de 2012

haja céu pra tanta estrela


Já ouvi algumas vezes sobre a dificuldade de trabalhar com tamanha constelação.

Conheço um deles, talvez o mais doce; a fama de outra, certamente a mais bárbara e tenho impressões sobre os outros dois... não importa. 

Acho bacana vê-los assim, me divirto com a outra época. 

Será que eles ainda deixam a luz brilhar e são muito tranquilos? Duvideodó!